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Daisypath Anniversary tickers "... E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos,julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre." Miguel sousa tavares

40 cenas que aprendemos antes dos 40 #11

por samokal, em 30.03.14

 

 

 

Existem vários "tipos de amor", amamos  nossos pais logo que nascemos , amor esse que na maioria dos casos vai crescendo e fica para sempre , há depois o amor pelos irmãos , pelos amigos e mais tarde vêm o amor que   mais tinta faz correr, o amor por alguém que desejamos!

 

No entanto só se conhece a verdadeira dimensão do que é amar quando se têm um filho, nada supera , nada se compara!

Obvio que é diferente e compatível mas único e inultrapassável.

 

O que é isto ?

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Lê e reflete

por samokal, em 16.02.14

"Nós bebemos demais, gastamos sem critério. Conduzimos
rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde,
acordamos muito cansados, lemos muito pouco, vêmos Televisão
demais.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.

Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos
freqüentemente.

Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.

Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a
rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas
não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.

Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo,
mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos
menos; planejamos mais, mas realizamos menos..

Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais
informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos
comunicamos cada vez menos.

Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta;
do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e
relações vazias.

Esta é a era de dois empregos, vários divórcios, casas
chiques e lares despedaçados.

Esta é a era das viagens rápidas, fraldas e moral
descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das
pílulas 'mágicas'.

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na
dispensa.

Uma era que leva essa carta até ti, e uma era que te
permite dividir esta reflexão ou simplesmente clicar
'delete'.

Lembra-te de passar tempo com as pessoas que amas, pois elas
não estarão aqui para sempre.

Lembra-te de dar um abraço carinhoso aos teus pais, a um amigo,
pois não lte custa um centimo sequer.

Lembra-te de dizer 'amo-te' à tua companheira(o)
e às pessoas que amas, mas, em primeiro lugar,  ama-te...
 ama-te muito.

Um beijo e um abraço curam a dor,
quando vêm de lá de dentro.

Por isso, valoriza a tua familia e as pessoas que estão ao
teu lado, sempre. "

 

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Dia do pai

por samokal, em 19.03.09

 Hoje foi dia do pai  e acordei logo com o meu pequenito em cima de mim ao beijos em com as prendas na mão .


aqui está uma delas

 

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nem sei o titulo...

por samokal, em 23.01.08

apesar de ter 33 anos a maioria das pessoas dos locais onde vou  tratam-me  por "jovem " , "rapaz" ou simplesmente por tu , o facto é que não me incomoda minimamente , desde que não seja num sentido negativo( o que não têm acontecido). Mas tudo mudas drasticamente de figura quando me apresento com o meu filho mais velho , aÍ tudo muda de figura , passam logo a tratar-me por Senhor ou no mínimo por você !!!

Porque será?? por o meu filho ter 13 anos , 1,80  e calçar o 43??? pois é , afinal os filhos envelhecem-nos , pelo menos perante terceiros .

Engraçado é que já em diversas situações  passámos por irmãos.

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Dá que pensar

por samokal, em 16.12.07

recebi (mais uma vez )este mail , mas desta vez tenho que publicá-lo aqui ,pois, é dos meus preferidos.

Pai quanto ganhas por hora?

 - Papá, posso fazer-te uma pergunta?

- Claro que sim. O que é?

-Quanto ganhas numa hora?

- Isso não é da tua conta. Porque me perguntas isso?! - respondeu o homem, zangado.

- Só para saber. Por favor... diz lá... quanto ganhas numa hora? - perguntou novamente o miúdo.

- Bom... já que queres tanto saber, ganho 10 euros por  hora.

- Oh! - suspirou o rapazinho, baixando a cabeça.

Passado um pouco, olhando para cima, perguntou:

- Papá, emprestas-me 5 euros?

O pai, furioso, respondeu:

-Se a razão de tu me teres perguntado isso, foi para me pedires dinheiro para brinquedos caros ou outro disparate qualquer, a resposta é não! E, de castigo, vais já para a cama. Vai pensando no menino egoísta que estás a ser.A minha vida de trabalho é dura demais para eu perder tempo com os teus caprichos!

O rapazinho, cabisbaixo, dirigiu-se silenciosamente para o seu quarto e fechou a porta. Sentado na sala, o homem ficou a meditar sobre o comportamento do filho e ainda se irritou mais. Como se atrevia ele a fazer-lhe perguntas daquelas? Como é que, ainda tão novo, já se preocupava em arranjar dinheiro?
Passada mais ou menos uma hora, já mais calmo, o homem começou a ficar com remorsos da sua reacção. Talvez o filho precisasse mesmo de comprar qualquer coisa com os 5 euros. Afinal, nem era costume o miúdo pedir-lhe dinheiro.Dirigiu-se ao quarto do filho e abriu devagarinho a porta.

- Já estas a dormir? Perguntou.

- Não, papá, ainda estou acordado. - respondeu o miúdo.

- Estive a pensar... Talvez tenha sido severo demais contigo? - disse o pai. Tive um longo e exaustivo dia e acabei por desabafar contigo. Toma lá os 5 euros que me pediste. O rapazinho endireitou-se imediatamente na cama, sorrindo:

- Oh, papá! Obrigado! E levantando a almofada, pegou num frasco cheio de moedas.

O pai, vendo que o rapaz afinal tinha dinheiro, começou novamente a ficar zangado. O filho começou lentamente a contar o dinheiro, até que olhou para o pai.

- Para que queres mais dinheiro se já tens aí esse? - resmungou o pai.

- Porque não tinha o suficiente. Agora já tenho! - respondeu o miúdo. Papá, agora já tenho 10 euros! Já posso comprar uma hora do teu tempo, não posso? Por favor, vem uma hora mais cedo amanhã. Gostava tanto de jantar contigo...

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