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Daisypath Anniversary tickers "... E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos,julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre." Miguel sousa tavares

Partir o bolo

por samokal, em 23.07.15

Hoje reservei o meu post para falar de um assunto de grande importância, há que utilizar este espaço de forma educativa, torna-lo até um espaço de interesse publico.

 

Há algo que me apoquenta severamente de há uns anos a esta parte.Um dos meus pecados   hábitos é comer um bolo ou salgado nos estabelecimentos comerciais credenciados á comercialização deste produto, vulgo café,costumo fazer o meu pedido de forma bastante directa e perceptível " um folhado de salsicha se faz favor "  

vamos então subdividir a palavra para tentar perceber se ela deixa azo a qualquer tipo de duvida

Primeira parte ----- " um folhado de salsicha" - trata-se de um pedido direto de um salgado que contem num seu interior uma salsicha inteira ,   apresenta-se, geralmente e montra expositora,  de forma mais ou menos estaladiça , maior ou menor  , mas sempre em forma de produto único...

 

Segunda parte ----" se faz favor"  - apesar de ter que pagar o serviço , não fica nada mal um pouco de educação.

 

alguma duvida???

 

Pois... parece que não é bem assim , na generalidade dos casos o executante apronta-se a pegar num objecto cortante e dividir em dois aquilo que tinha sido pedido ( e exposto) inteiro... mas em que parte da minha frase eu pedi para cortar o meu folhadinho ?? porque razão não tenho eu direito a come-lo todo á dentada?

Fica aqui o apelo " por favor não partam o bolo de ninguém sem pedir autorização"

em caso extremo ...não partam o bolo nem cortem a salsicha !

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Lê e reflete

por samokal, em 16.02.14

"Nós bebemos demais, gastamos sem critério. Conduzimos
rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde,
acordamos muito cansados, lemos muito pouco, vêmos Televisão
demais.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.

Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos
freqüentemente.

Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.

Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a
rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas
não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.

Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo,
mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos
menos; planejamos mais, mas realizamos menos..

Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais
informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos
comunicamos cada vez menos.

Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta;
do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e
relações vazias.

Esta é a era de dois empregos, vários divórcios, casas
chiques e lares despedaçados.

Esta é a era das viagens rápidas, fraldas e moral
descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das
pílulas 'mágicas'.

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na
dispensa.

Uma era que leva essa carta até ti, e uma era que te
permite dividir esta reflexão ou simplesmente clicar
'delete'.

Lembra-te de passar tempo com as pessoas que amas, pois elas
não estarão aqui para sempre.

Lembra-te de dar um abraço carinhoso aos teus pais, a um amigo,
pois não lte custa um centimo sequer.

Lembra-te de dizer 'amo-te' à tua companheira(o)
e às pessoas que amas, mas, em primeiro lugar,  ama-te...
 ama-te muito.

Um beijo e um abraço curam a dor,
quando vêm de lá de dentro.

Por isso, valoriza a tua familia e as pessoas que estão ao
teu lado, sempre. "

 

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