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Daisypath Anniversary tickers "... E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos,julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre." Miguel sousa tavares

Como vai a final da taça da liga ...

por samokal, em 21.03.10

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Amizade

por samokal, em 06.01.10

Estive a reler um blog ( o meu primeiro ) e por lá encontrei um comentario de uma velha amiga  e aproveito para partilha-lo com todos que aqui passam .

 

 

 

"Eu não posso acabar com todos os seus problemas, dúvidas ou medos, mas eu posso ouvir você e juntos podemos procurar soluções.
Eu não posso apagar as mágoas e as dores do seu passado, nem posso decidir qual será o seu futuro, mas no presente eu posso estar com você se precisar de mim.
Eu não posso impedir que você leve tombos, mas posso oferecer minha mão para você agarrar e levantar-se.
Suas alegrias, triunfos, sucessos e felicidades não me pertencem, mas seus risos e sorrisos fazem parte dos meus maiores bens.
Não é de minha competência tomar decisões por você, nem posso julgar as decisões que você toma, mas eu posso apoiar, encorajar e te ajudar se me pedir.
Eu não posso traçar ou impor-lhe limites, mas posso apontar-lhe caminhos alternativos, procurar com você medidas de crescimento, formas de encontrar-se, meios de ser você mesmo sem medo da rejeição.
Eu não posso salvar o seu coração de ser partido pela dor, pela mágoa, perda ou tristeza, mas posso chorar com você e ajudá-lo a juntar os pedaços.
Eu não posso dizer quem você é, ou como deveria ser:
Eu só posso ser tua amiga."

 

Desconheço autor , enviado por Norma

 

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Prego mania

por samokal, em 11.12.09

           Uma das grandes questões quando se viaja para um local é , onde comer ?

pronto , eu posso dar uma ajuda .

tenho resposta para estas perguntas :

Onde comer na madeira ?

onde comer na zona do funchal ?

onde encontrar a melhor comida da madeira ?

etc ..  

            

 

 A Madeira têm locais muito bonitos e pessoas muito simpaticas , mas para sempre ficará a recordação de 2 coisas desta ilha : o clima , sempre quente e humido  e os pregos do carlos .

O carlos é um rapaz que têm um quiosque/café   na zona do Lido , mesmo á frente dos correios.È uma pessoa muito bem disposta e sociavel , parte do encanto deste local passa pela pessoa que ele é.

Ele faz uns pregos como nunca vi , e ninguem com quem eu tenha falado .

         

               

Têm o prego especial e o prego normal .

o especial é do tamanho dum prato , é feito com bolo do caco , carne seleccionada e tratada de uma forma que só ele sabe o que faz com que se desfaça na boca e deixe um paladar que fica na memoria gustativa .Alem da carne leva tambem  alface , tomate,presunto,ovo estrelado,mayonese de algo feita por ele,cebola e outros ingredientes .

é fantastico , quando alguem me disser que vêm á Madeira eu aconselharei sempre este prego .

o prego normal é igual mas mais pequeno ....

mas as iguarias deste pequeno espaço não ficam por aqui , os gelados são fenomenais   e os sumos ...os sumos  são qualquer coisa...bebi um sumo de manga que de tão compacto passava acima do nivel do copo e não caía , e o sabor!!!

                            

outra coisa a não perder é a poncha do Carlos , feita da forma mais artesanal possivel e com os melhores ingredientes : bom mel e boa aguardente de cana e não sei mais o quê e mexidos com o famoso "caralhinho"  

Nome : ainda não têm , mas será azulinho ou pregomania

zona do lido

Estrada municipal nº195

em frente ao hotel Florosol e aos correios

 

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DIÁRIO DE UM DONO DE CASA

por samokal, em 30.09.09
Recebi um mail ,que embora seja um pouco anti homem , me pareceu fantastico. Como tal decidi partilha-lo ...
 
 
 
 
Porque se queixarão as mulheres das lides domésticas se basta um pouco de organização?  


Segunda-feira

Sozinho em casa. A minha mulher foi passar a semana fora. Ora aí está uma excelente mudança. Vamos passar uma semana inesquecível, o cão e eu.  
Delineei um programa e organizei o meu horário. Sei exactamente a que horas me levantar, quanto tempo demoro na casa de banho e a preparar o pequeno-almoço. Acrescentei o número de horas de que preciso para lavar a loiça, fazer limpezas, passear o cão, ir às compras e cozinhar. Fiquei agradavelmente surpreendido com o muito tempo livre que ainda terei. Não percebo porque é que as mulheres se queixam da lida da casa se tudo isso exige tão pouco tempo.  
O segredo está numa boa organização.  
O cão e eu comemos um bife cada um ao jantar.  
Vesti-me a rigor, acendi uma vela e pus rosas numa jarra para criar uma atmosfera aprazível.  
O cão comeu paté de foi gras como entrada, repetiu a dose como prato principal, com uma requintada guarnição de legumes e biscoitos à sobremesa.  
Eu bebi vinho e fumei um charuto.  
Há muito que não me sentia tão bem.  

Terça-feira

Tenho de dar uma olhadela ao meu horário. Uns pequenos acertos.  
Expliquei ao cão que não se pode ter festa todos os dias e que por isso, não pode estar à espera de entradas e três tigelas de comida, que é claro, tenho de lavar.  
Ao pequeno-almoço, verifiquei que o sumo de laranja natural tem um inconveniente.  
É preciso lavar sempre o espremedor. Alteração possível: fazer sumo para dias. Assim só tenho metade do trabalho.  
Descoberta: posso aquecer salsichas dentro da sopa. Menos uma panela para lavar.  
É claro que não pretendo aspirar todos os dias, como a minha mulher queria. De dois em dois dias é mais que suficiente.  
O segredo está em andar de chinelos e limpar as patas do cão. Quanto ao resto sinto-me optimamente.  

Quarta-feira

Tenho a impressão de que afinal a lida doméstica leva mais tempo do que pensava. Preciso de repensar a minha estratégia.  
Primeiro passo:  
Comprei um saco de comida rápida. Não tenho de perder mais tempo com cozinhados. É um disparate 
perder mais tempo com a comida do que comê-la.  
A cama é outro problema. Primeiro é preciso sair de dentro do edredão, a seguir arejá-lo e por fim fazer a cama. Que complicação! Acho que não vale a pena fazê-la todos os dias, sobretudo porque nessa mesma noite voltarei a deitar-me. Parece-me inútil.  
Deixei de fazer refeições complicadas para o cão. Comprei algumas de lata. Ele fez má cara, mas não teve outro remédio senão comê-las. Se tenho de arranjar-me com refeições pré – cozinhadas, ele não é mais do que eu.  

Quinta-feira 
Acabou-se o sumo de laranja! Como é que um fruto aparentemente tão inocente causa tamanha confusão?  
É inacreditável! Vou passar a compara sumo engarrafado pronto a beber.  
Descoberta:  
Consegui sair da cama quase sem a desfazer. Basta-me depois alisar ligeiramente a roupa. Claro que é preciso uma certa prática, e não me posso mexer muito durante o sono.  
Doem-me um bocado as costas, mas nada que um bom duche quente não possa resolver.  
Deixei de fazer a barba todos os dias. É uma perda de tempo. Assim, também, ganho uns minutos preciosos que a minha mulher, como não tem de fazer a barba nunca perde.  
Descoberta:  
Não vale a pena usar um prato lavado de cada vez que como. Lavar a loiça tantas vezes começa a dar-me cabo dos nervos.  
O cão também pode comer só numa tigela. Afinal, de contas é um animal.  
Nota: cheguei à conclusão de que basta aspirar no máximo uma vez por semana.  
Salsichas ao almoço e ao jantar.  

Sexta-feira
Adeus sumos de fruta! As laranjas são muito pesadas.  
Descobri o seguinte: as salsichas sabem bem de manhã. Ao almoço nem por isso. Ao jantar, nem vê-las.
Salsichas mais de dois dias seguidos enjoam.  
O cão, esse, está a comida seca. Afinal de contas tem os mesmos nutrientes, e não suja a tigela. Descobri que posso comer a sopa directamente da panela. Sabe ao mesmo. Nem tigela nem concha. Assim já não me sinto tanto como uma máquina de lavar a louça.  
Já não lavo o chão da cozinha. Irritava-me tanto como fazer a cama.  
Nota: acabaram-se as latas. O abre-latas fica todo pegajoso!  

Sábado 
Que ideia é esta de me despir à noite se tenho de voltar a despir-me de manhã?  
Aproveito mas é o tempo para ficar mais um bocadinho na cama. E também não preciso de colcha, por isso a cama está sempre feita.  
O cão encheu tudo de migalhas. Pu-lo na rua de castigo. Não sou criado dele!  
Que estranho. De repente, dei-me conta de que é o que a minha mulher me diz às vezes… 
Hoje é dia de fazer a barba, mas não me apetece nada. Tenho os nervos em franja. Ao pequeno-almoço, só as coisas que não seja preciso desembrulhar, abrir, cortar polvilhar, cozinhar sem misturar. Tudo coisas que incomodem.  
Plano:  
Comer directamente do saco em cima do fogão. Nem pratos, nem talheres nem toalha, nem nenhum disparate desses.  
Tenho as gengivas um bocado inflamadas. Deve ser a falta de fruta, que é muito pesada para carregar.  
Se calhar, estou com princípio de escorbuto.  
A minha mulher telefonou à tarde a saber se tinha lavado as janelas e posto a roupa a lavar. Desatei a rir meio histérico. Disse-lhe que não tinha tempo para essas coisas.  
Há um problema com a banheira. Está entupida com esparguete. Também não estou para me chatear. Não me incomoda muito porque deixei de tomar duche.  
Nota:  
O cão e eu comemos juntos directamente do frigorífico. Tem é de ser depressa. Não convém deixar a porta 
aberta muito tempo.  

Domingo 
O cão e eu estamos sentados na cama a ver televisão. Vemos pessoas a comer todo o tipo de iguarias. Salivamos os dois. Ambos estamos fracos e rabugentos.  
Esta manhã comi da tigela do cão. Nenhum de nós gostou.  
Precisava de me lavar, barbear, pentear, fazer comida para o cão, limpar a casa ir às compras e uma série de outras coisas, mas não arranjo forças.  
Sinto que estou a perder o equilíbrio e que a vista me está a faltar. O cão deixou de abanar a cauda.  
Num último reflexo de sobrevivência arrastámo-nos até um restaurante. Durante uma hora, comemos toda a espécie de pratos óptimos.  
Em seguida, fomos para um hotel. O quarto é limpo, arrumado e confortável. Descobri a solução ideal para o governo da casa. Não sei se a minha mulher já se terá lembrado disso.
 

 


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Este texto foi publicado num blog , que infelizmente ja não existe ,onde a sua autora colocava os seus desabafos/pensamentos  de uma forma viciante de ler , pena tenho de não ter guardado todos aqueles textos fabulosos . Não sei se a autora o guardou ou não ,de qualquer forma gostaria que mais pessoas o pudessem ler porque sempre o achei excelente e como não faço ideia de  apagar este blog é uma forma dele perdurar mais uns tempos na net .
 Se a autora por aqui passar faça o favor de dizer algo .
 
agora disfrutem


 

"Quis muito voltar a ter 15 anos. Voltar aos verões doces e despreocupados, aos dias inteiros passados na praia, sem guarda sol nem protector solar, sem comida para todo o dia e sem dinheiro no bolso. Quis voltar aos fins de tarde a ouvir Xutos deitada no chão envolta numa nuvem de fumo de tabaco e ganzas (que nunca fumei por ser medricas demais…). Quis voltar ao quarto dos fundos, virado para o ribeiro e para o pôr do sol, onde se faziam planos e se davam beijos molhados. E quis não ter que pensar na morte, nas perdas, na dor, no processo longo e doloroso de assistir ao desabar das fantasias e dos projectos para a vida inteira com pessoas que vivem eternamente.

 

 Tive vontade de fechar os olhos e voltar atrás e ficar lá, no meu universo tão seguro e protegido quanto irreal, mas no qual o tempo corre sempre em direcção ao mais e melhor da vida e nunca coisas más acontecem a pessoas boas.

 

Quis não vir trabalhar, não ser sanita dos outros o dia inteiro, não pensar por ninguém, não decidir por ninguém, não precisar de manter o sorriso de quem sabe que o que tem de ser feito tem mesmo de ser feito, nem que não faça sentido nenhum. Quis dormir um sono longo e reparador e acordar do sonho mau, com o cheiro das torradas e do café na cama, das manhãs de Domingo, com o gato a dormir aos pés, com beijinhos na testa, o cheiro da minha mãe e das suas mãos macias.


 
Quis voltar a ter 15 anos e ser mimada, cuidada e protegida dos males do mundo e das desilusões. Quis muito não ter arrependimentos, nem mágoas, nem páginas negras, nem maus passos impossíveis de corrigir. Quis não sentir remorsos, nem raiva, nem vontade de apagar pessoas da minha existência, nem pena de mim própria, nem vazios intoleráveis. Quis não ter receio de não saber, de não poder, de não estar à altura.


 
Durante um segundo, na estação de comboio do Cais do Sodré, quis que a minha vida fosse uma folha em branco, na qual pudesse escrever a lápis."


 

 


 

by

perfumedevioletas
 

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Scorpions

por samokal, em 05.12.07

Chamem-me velho , chamem-me desactualizado , chamem-me tudo o que quizerem mas a pele de galinha  quase  do principio ao fim do concerto dos unicos (scorpions) já ninguem me tira . Continuam a ser excelentes e a proporcionarem um espectaculo unico .

 

Pois é ...roam-se de inveja mas eu fui ver  a apresentação do novo album dos scorpions "humanity world" aos lisboetas . Grande som  e as sempre eternas baladas continuam a fazer arrepiar a espinha a qualquer um . wind of change , rock you like a hurricane,holiday,still loving you ,always somewhere , send me an angel  entre outras .

 

Valeu cada centimo

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